
No nosso trabalho optámos por analisar o site do jornal "Público".
Chegámos às seguintes conclusões:
Na página principal aparecem muitos conteúdos e praticamente com destaques idênticos, sendo, por vezes, complicado para o leitor escolher a notícia que mais lhe agrada ler. A única excepção é a primeira notícia, que aparece um pouco mais destacada que as outras.
Mal se abre o site, aparece um vídeo do lado esquerdo (no momento era do Presidente da República) que prende logo as atenções de quem chega ao site.
A publicidade do lado esquerdo invade, um pouco, aquele que seria o local destinado à apreensão de conteúdos por parte do leitor. Ou seja, o leitor é confrontado com publicidade que não deseja, logo no primeiro contacto com o site.
No lado direito da página deparámo-nos com a secção onde estão as notícias, mais lidas e as de última hora. O que nos leva a um maior interesse de pesquisa, uma vez que, à partida é do lado direito que o leitor mais procura os espaços informativos como links e barras de pesquisa, que nos levem à obtenção de mais informação.
O site permite a colaboração das pessoas, nomeadamente num inquérito. No entanto, contrariando as expectativas e, como as pessoas tendem a clicar mais do lado direito, este inquérito é apresentado do lado esquerdo do ecrã.
Na parte final da página estão disponíveis várias secções diferentes, que permitem alargar o leque de escolha de quem consulta o site.
Também na parte final da página, o Público oferece dossiers onde estão armazenadas informações sobre três grandes casos da actualidade: Gripe A, Caso Freeport e Caso BPN.
Quanto ao grafismo, considerámos que o mesmo tem um tom sóbrio e aconselhável para o serviço prestado.
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